sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Actividade 2


Na madrugada de 25 de Agosto de 1988 ardeu o Chiado. O incêndio começou cerca das 4h30 numa montra dos Armazéns Grandella. Meia hora bastou para que o edifício fosse ceifado pelas chamas. Os bombeiros foram chamados pelas 5h15 e chegaram poucos minutos depois, quando as labaredas já tinham passado para o outro lado da rua do Carmo. O incêndio arrasou o quarteirão entre os Armazéns Grandella e a rua Garrett. Foi em vão que os bombeiros tentaram impedir as chamas de alastrarem à rua Nova do Almada. 1680 bombeiros de todas as corporações de Lisboa e arredores lutaram contra as chamas. Um combate que mobilizou mais de duas mil pessoas, contando com os elementos das forças de segurança, Cruz Vermelha Portuguesa e militares. Morreram um bombeiro e um morador na rua do Carmo. Ficaram feridas 73 pessoas. Pelas 12h30 o incêndio foi considerado extinto mas as operações de rescaldo prolongaram-se até ao dia 5 de Setembro. Perderam-se 18 edifícios pombalinos. Mais de duas mil pessoas, essencialmente trabalhadores dos estabelecimentos comerciais reduzidos a cinzas, perderam o emprego. Consta que na entrada dos antigos Armazéns do Chiado existia um livro de visitas e que cuja primeira assinatura foi de Sua Majestade a Rainha Dona Amélia. Infelizmente, esse livro, com o incêndio, perdeu-se para sempre…
(texto tirado daqui)

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Actividade 2
uma desgraça nunca vem só, não é? ;)
ora então, conforme o combinado na aula, pensem numa catástrofe, pesquisem a internet e tentem escrever um artigo sucinto e claro a contar coisas sobre a catástrofe escolhida. para tal usem a caixa de comentários :)

2 comentários:

Lena disse...

Na madrugada de 5 de dezembro de 1952 a cidade de Londres esteve subitamente coberta por um espesso nevoeiro, era uma mistura de névoa natural com muita fumaça negra. Os ônibus andavam cerca de 3 quilômetros por hora, tão lento quanto qualquer pedestre. O fenômeno impossibilitou o trânsito de automóveis nas ruas e também a fumaça invadiu facilmente os ambientes fechados. Pessoas saíam de suas casas e procuravam desesperadas o metrô.

Este GRANDE NEVOEIRO entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1952, conhecido também como Big Smoke, foi um período de severa poluição do ar. O fenômeno foi considerado como um dos piores impactos ambientais até então, sendo causado pelo crescimento incontrolado da queima de combustíveis fósseis nas industrias e nos transportes.

A morte de 12.000 londrinos e outros 100.000 doentes deu um importante impulso aos movimentos ambientais, e levou a uma reflexão acerca da poluição do ar. Então, novas regulamentações legais foram baixadas, restringindo o uso de combustíveis sujos na industria e banindo a fumaça negra. Nos anos seguintes, uma série de normas legais como o Clean Air Act 1956 and Clean Air Act 1968, restringiram a poluição do ar.

Christina disse...

No dia 26 de Dezembro de 2004 aconteciam-se um das grandes catástrofes no novo milénio
Duas dias depois o Natal o paraíso, no Oceano Indico, tornavam-se num lugar do desastre.
Um tremor de terra, exactamente um maremoto, de magnitude 9 Escala de Richter provocou uma sequencia de tsunamis fatais. Estas ondas grandes chegavam há oito da manha na hora local da região de seu epicentro, a oeste da ilha de Sumatra e surpreendam milhões das pessoas no sonho. Porque as Ilhas de Oceano Indico são um destino famoso no Inverno para passar as férias no Sol e na praia branca.
Mas no seu dia todo foi diferente: a morte de mais de 285 000 pessoas, mais de 500 mil feridas e grande quantidade de desabrigadas foram consequências da ocorrência de tsunamis no Sudeste Asiático.
O tsunami de cerca de dez metros de altura devastou as zonas costeiras.
Os países mais afectados foram:
- Sri Lanka
- Índia
- Indonésia
- Tailândia, especialmente as estâncias turísticas das Ilhas Phi Phi e Ilhas Phuket
- Malásia
- Ilhas Maldivas, onde dois terços da capital, Malé, foram inundados pelo tsunami
- Bangladesh

É possível dizermos que a natureza é tão bela e muitas vezes tão frágil, se em dois segundos ela liberta uma força brutal ao qual ninguém é capaz de resistir?
Pois bem, se nos temos o poder de destruir certas plantas e arvores e ate mesmo florestas a natureza também tem o poder de nos destruir a nos.

Sinais da gigantesca onda, que no seu auge chegou a ter 9,1 metros de altura, foram registados em todo o mundo num espaço de entre horas a um dia depois da sua formação em 26 de Dezembro.
Após a tragédia, várias organizações de ajuda humanitária e governos de vários países disponibilizaram ajuda.